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DA ÉPOCA // PRIMAVERA
Trechos.
De estações? De histórias? De memórias?
Do que quisermos, quando quisermos e para saborearmos ao ritmo que nos aprouver.
Como o desfolhar de um livro onde vamos deixando marcas nas páginas que nos chamam.
Para revisitarmos vezes sem conta… e revivermos vezes sem conta.
Como as estações.
E os seus ciclos bonitos.
Não fosse ela a estação das flores, se há estação que gostamos de revisitar a cada ciclo é a Primavera.
Ela, que nos chega habitualmente tímida, chegou-nos este ano com ares de Verão e brisa quente a fazer esvoaçar as flores das árvores.
Sorte a nossa.
Que lhe fomos das as boas vindas nos bonitos jardins do Mosteiro de Landim e nos deparamos com um imponente tapete de flores de Rododendro.
A “tela”, já de si maravilhosa, deixou de estar em branco e pintou-se para a estação.
E foi tão fácil fazermos casa nestes jardins de sombreados bonitos.
E da estufa o nosso refúgio.
Entramos?
Prometemos um trecho de poesia ao olhar.
Sem artimanhas, sem pontas limadas. Como anotações de diário sem frases compridas ou cuidadas.
Trazemos flores para dentro, não sem antes parar para olhar pela janela, apreciar as folhas que esvoaçam lá fora ao sabor do vento e sarapintam de rosa o vidro que nos dá teto.
Tesoura, corda e molhos de flores para pendurar.
Para deixar secar e mais tarde podermos transformar.
Coroas, Tiaras, Pulseiras? Um sem fim de possíveis fins.
Espreitamos as plantas.
Aqui resguardadas a ver cada estação a chegar e a dar a vez à seguinte.
Dedo na terra para verificar a necessidade de rega, limpar folhas, cortar o que estiver seco e ver as que vamos transplantar esta Primavera.
E entram-nos mais flores de Rododendro pela janela, que não resistimos a usar no cabelo.
Conseguem ouvir?
A canção de cada estação.
E sentir o perfume das flores?
Sentem?
Ah… Que bom é perder o sentido do tempo, não dar pelas horas a passar e sentir o fervilhar dos sentidos despertos.
Há sítios assim. Há momentos assim.
Vamos à janela e saltamos lá para fora, numa ânsia boa de ver as flores a despontar, de ouvir os pássaros a chilrear e de sentir na pele a brisa aquecida pelo sol.
Também vão?
Se saírem encontram-nos ao virar da esquina e a porta da nossa loja online está sempre aberta e recheada de ramos para encherem as vossas casas com (as nossas) flores.
E vão lá espreitar o vídeo publicado na nossa página de instagram para se deliciarem com a nossa passagem pelos jardins do Mosteiro de Landim.
No próximo trecho?
Deixamo-nos levar pela pintura.
Acompanham-nos ao longo da estação?