O Amor é de todos

O Amor não tem idade, não tem sexo, nem tem orientação. O amor não tem preço, não tem lógica, nem tem equação. O amor mora no local mais confortável de todos. É um dia a dia de um sorriso rotineiro que não se cansa de sorrir.

O amor tem sensações tão nossas, que pertencem a todos nós. Servidas em doses enormes de realidade, daquela que nos toca, que nos mostra e nos partilha. Querem um clichê? O amor é para todos. Melhor: o amor calha a todos, que circulamos desprotegidos do melhor do mundo. Sem regras! Sem fronteiras e sem muros, assim é que ele é bonito.

Neste Dia de São Valentim, devemos celebrar o nosso amor, assim como os que nos rodeiam. Porque cada um deles é importante. Como se fossem pequenos reguladores de uma felicidade que nos move, e que teima em nos unir.

O amor perfeito não existe, precisamente porque cada um é perfeito demais. E só aí, quando percebermos que os parâmetros que nos ensinam passam ao lado de uma verdade inventada, é que teremos a capacidade para gostar de amar de verdade, sem que nos ensinem, aprendendo com cada momento do nosso amor perfeito.

Na Terrárea damos as boas vindas às formas do amor e às formas de amar. Porque na verdade, como diria Fernando Pessoa, “não conhecemos nenhuma outra razão para amar, senão amar”.

Feliz Dia de São Valentim

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