Estender ao comprido. Não figurativamente, entenda-se. É literal. Pois não há falha possível para um quadro natural onde nos pintamos a usufruir da bema natureza, bem estendidos ao comprido em cima de uma bonita manta… também ela bem estendida.
Ouvimos o restolhar das folhas das árvores enquanto preparamos o nosso lugar de dolce fare niente das horas seguintes.
E escolhemos a(s) nossa(s) sombra (s).
As flores? Fazem parte de nós, numa bonita extensão das nossas mãos que se estende sempre num merecido, agradecido e sentido abraço.
Não resistimos a uma paleta verde e suculenta, salpicada apenas pelo rosa forte que se ilumina pelos brancos.
E não nos fazemos rogados em trazer umas sumarentas limas para o nosso lugar verde… e algo mais para saborear.
Não sem antes nos deleitarmos com o cenário que, aos poucos, vamos criando — até porque são estes momentos que fazemos questão de criar que se transformam em felizes memórias, e que enchem os bonitos detalhes de que nos rodeamos de alma. Cada objeto que escolhemos para habitar os nossos espaços carregam histórias, afetos e um reflexo silencioso de quem somos e do que sentimos.
É aí que o pano bordado se transforma no “pano do Verão de 2025”, a manteigueira passa a ser “a que levou as delícias que tantas vezes preparámos naquele ano”, o guarda-sol o “que tanto nos resguardou do calor na que foi das estações mais quentes de que me lembro” e a manta (que até já estávamos para usar há tanto tempo) passa a ser “a manta oficial dos piqueniques”.
E que delícias são essas “as que tanto preparáramos este ano!”, pensam desse lado. São as nossas tâmaras recheadas.
E porquê tâmaras? Por nos sentirmos inspirados pela história das tamareiras deste lugar.
Plantar uma tamareira é um ato de esperança que ultrapassa gerações pois sabemos que a árvore só dará frutos daqui a cerca de cem anos. Mas é precisamente mas é nessa estoicidade — nessa calma e firmeza perante o tempo — que reside a sua beleza. É semear hoje para que os nossos descendentes colham amanhã a doçura da vida, o sabor da resistência e a memória viva de um gesto que nos conecta ao tempo, à terra e à continuidade da existência.
É nestes momentos de curiosidade que redescobrimos uma e outra vez, os encantos de cada recanto da natureza. E queremos sempre saber mais e mais.
Não resistimos, por isso, a deixar ainda mais umas curiosidades sobre esta espécie, de seu nome Phoenix Dactylifera: A Tamareira é uma das árvores cultivadas mais antigas da humanidade, floresce sob o sol ardente, com raízes que se aprofundam no deserto em busca de água. Como espécie dioica, apenas as fêmeas dão frutos, que só nascem com a ajuda cuidadosa da polinização humana. As suas tâmaras, ricas em fibras, ferro, potássio e doçura natural, são pequenas relíquias de história e energia, fruto de milénios de cultivo.
Não resistimos também a contar-vos que foi por essa razão que incluímos as tâmaras recheadas na novidade de verão do nosso restaurante: a Tábua Para Partilhar . Querem espreitar para o que estamos a falar? Podem espreitar aqui.
Estamos a saborear este Verão ao ritmo da (nossa) Natureza, com os sabores que criámos para o nosso Menu Da Época, acompanhados dos detalhes de decoração mais deliciosos, com o frescor das nossas plantas e o encanto das nossas flores.
DA ÉPOCA // Verão à sombra
Estender ao comprido.
Não figurativamente, entenda-se.
É literal.
Pois não há falha possível para um quadro natural onde nos pintamos a usufruir da bema natureza, bem estendidos ao comprido em cima de uma bonita manta… também ela bem estendida.
Ouvimos o restolhar das folhas das árvores enquanto preparamos o nosso lugar de dolce fare niente das horas seguintes.
E escolhemos a(s) nossa(s) sombra (s).
As flores?
Fazem parte de nós, numa bonita extensão das nossas mãos que se estende sempre num merecido, agradecido e sentido abraço.
Não resistimos a uma paleta verde e suculenta, salpicada apenas pelo rosa forte que se ilumina pelos brancos.
E não nos fazemos rogados em trazer umas sumarentas limas para o nosso lugar verde… e algo mais para saborear.
Não sem antes nos deleitarmos com o cenário que, aos poucos, vamos criando — até porque são estes momentos que fazemos questão de criar que se transformam em felizes memórias, e que enchem os bonitos detalhes de que nos rodeamos de alma. Cada objeto que escolhemos para habitar os nossos espaços carregam histórias, afetos e um reflexo silencioso de quem somos e do que sentimos.
É aí que o pano bordado se transforma no “pano do Verão de 2025”, a manteigueira passa a ser “a que levou as delícias que tantas vezes preparámos naquele ano”, o guarda-sol o “que tanto nos resguardou do calor na que foi das estações mais quentes de que me lembro” e a manta (que até já estávamos para usar há tanto tempo) passa a ser “a manta oficial dos piqueniques”.
E que delícias são essas “as que tanto preparáramos este ano!”, pensam desse lado.
São as nossas tâmaras recheadas.
E porquê tâmaras?
Por nos sentirmos inspirados pela história das tamareiras deste lugar.
Plantar uma tamareira é um ato de esperança que ultrapassa gerações pois sabemos que a árvore só dará frutos daqui a cerca de cem anos.
Mas é precisamente mas é nessa estoicidade — nessa calma e firmeza perante o tempo — que reside a sua beleza. É semear hoje para que os nossos descendentes colham amanhã a doçura da vida, o sabor da resistência e a memória viva de um gesto que nos conecta ao tempo, à terra e à continuidade da existência.
É nestes momentos de curiosidade que redescobrimos uma e outra vez, os encantos de cada recanto da natureza. E queremos sempre saber mais e mais.
Não resistimos, por isso, a deixar ainda mais umas curiosidades sobre esta espécie, de seu nome Phoenix Dactylifera:
A Tamareira é uma das árvores cultivadas mais antigas da humanidade, floresce sob o sol ardente, com raízes que se aprofundam no deserto em busca de água. Como espécie dioica, apenas as fêmeas dão frutos, que só nascem com a ajuda cuidadosa da polinização humana. As suas tâmaras, ricas em fibras, ferro, potássio e doçura natural, são pequenas relíquias de história e energia, fruto de milénios de cultivo.
Não resistimos também a contar-vos que foi por essa razão que incluímos as tâmaras recheadas na novidade de verão do nosso restaurante: a Tábua Para Partilhar . Querem espreitar para o que estamos a falar? Podem espreitar aqui.
Estamos a saborear este Verão ao ritmo da (nossa) Natureza, com os sabores que criámos para o nosso Menu Da Época, acompanhados dos detalhes de decoração mais deliciosos, com o frescor das nossas plantas e o encanto das nossas flores.
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Esperamos ver-vos pela Rua de Brito Capelo, 1211 para celebrarmos juntos, e à sombra, esta bonita (e quente!) estação.